segunda-feira, 12 de dezembro de 2022

Abrigo Olostin, história local.




Olostin -
História local.
     
      Mesmo apenas um vilarejo, Olostin tem uma longa história, de magias poderosas e suas consequências, tragédias, recomeços e alianças inesperadas. O melhor compêndio da história de Olostin e arredores, foi compilado por Randall McMeagan em livro, que se surpreendeu com a placidez do local e ali pretende se aposentar. Esse compêndio foi resumidamente contado num festival de inverno anos atrás pelo próprio autor e ainda é repetido por muitos...
      Aproximadamente 5000 mil anos atrás o local que viria a ser Olostin era apenas um pico solitário e de nome esquecido na Floresta Alta, com paredões rochosos repletos de felsul, única planta a resistir ali, e servindo como local de reprodução dos velozes falcões argênteos do norte, mas sem mais atrativos conhecidos.
      Durante o auge do império de Netheril e a corrida pela construção dos enclaves flutuantes, esse pico localizado entre as Montanhas Nether e os Picos Perdidos, servia perfeitamente para alvo da poderosa e perdida magia Proctiv`s Move Mountain, e assim foi feito. Essa magia era a base dos enclaves flutuantes, cortando o topo de uma montanha e depois invertendo, obtendo uma superfície plana para construção. Embora tenha-se perdido a qual dos enclaves serviu de base, o conjurador que o fez e o destino final de seu antigo topo, relatos dos elfos de Earlaan diziam que restou apenas um planalto sem nada além de alguns córregos, uma lagoa antes subterrânea, um sumidouro, uma entrada de caverna e resquícios perigosos da poderosa magia usada para criá-lo.




      A magia afastou e por vezes mudou animais que viviam mesmo na base do pico. Se passou toda uma geração antes dos falcões argênteos voltarem a se reproduzir no local, e mesmo as resilientes felsuls quase sumiram. O próprio ferro em seu interior tornou-se diferente, e como descobriram os elfos mais tarde, se minerado e forjado de forma correta pode ser usado para criar o belíssimo ferro vítreo.
      Devido ao solo dentro do pico rochoso ser fértil e naturalmente irrigado por uma lagoa com uma nascente, em pouco tempo a floresta começou a tomar o que era seu por direito, mas resíduos perigosos da magia permaneciam gerando monstruosidades, e segundo os relatos élficos bençãos diretas dos deuses e espíritos da Floresta Alta foram necessários para tornar esse novo planalto parte natural da floresta novamente.
      Um saqueador de povoados remanescentes Netherese chamado Olostin contruiu no local um forte, mas a vingança veio em furiosa magia que obliterou os habitantes locais. Esse forte serviu então de covil para diversos monstros e como local de parada de nômades e caravaneiros que acabavam por manter o local sem moradores permanentes. Athalanthar chegou a recuperar o forte, mas com a queda do Reino do Cervo frente a uma horda orc, serviu apenas como refúgio final para os sobreviventes, que depois rumaram pra próximo a Baldurs Gate ou se juntaram a tribo do Urso Azul. Os dissidentes que deram origem a tribo da Árvore Fantasma vieram especialmente dos descendentes de Athalantar, mais voltados a adoração da natureza.
      Nesse meio tempo, cruzando relatos com data difícil de determinar, Randall descobriu que o local foi palco de muitos eventos de várias raças. Bruxas dos mistérios da lua começaram a se reunir no lago e foram atacadas por bestas de Shar, Elfos de Earlaan usaram o local por vários motivos, anões de Ammarindar cavaram e mineraram em seu interior, gnomos ali se refugiaram, um soturno mago exilado chamado Cormac Cinder chegou junto a aliados de uma terra de brumas e construiu uma torre, e então seus aliados se espalharan por Faerûn e além, o dragão de cobre atualmente adulto Krultagonoxiur, conhecido como escama oculta, faz das redondezas seu lar apesar de a muito tempo não ser visto, e é relatado ali ter passado um raríssimo dragão primal, um viajante planar em visita ao estranho Cormac Cinder. Gnolls, orcs, trolls, gigantes e outros também usaram o local como refúgio.
      A história recente do local começa aproximadamente 170 anos atrás, quando um homem do norte, exímio cavaleiro e caravaneiro chamado Elthond, durante uma parada vindo de Luskan, desaparece durante a noite e quando reaparece avisa a seus homens de confiança que encontrou o futuro lugar de descanso deles, um local onde erigir um vilarejo em um local fértil e razoavelmente fácil de proteger. Durante todo o ano seguinte juntou aliados de confiança espalhados por todo o Norte: humanos de várias etnias, anões de grande talento e perseverança, um clã de halflings exilados de Luiren, gnomos ex escravos habilidosos mas sem lar, e após comprar o necessário com recursos que pareciam inesgotáveis em Everlund (ou Maranheterna) a estranha caravana de colonos parte para o desconhecido. Orcs, bárbaros, trolls e gnolls no caminho diminuíram seus números, mas perseverando chegaram a um lindo campo com um grande planalto ao centro e a Floresta Alta e seus mistérios ao fundo. Antes mesmo de chegarem, feridos e cansados encontram-se com emissários de elfos e algumas tribos de nômades humanos. Os anciões previamente combinados se reúnem, e ficou acordado que todos são livres, iguais e como tal devem se respeitar e rapidamente partem para reformar o forte, construir o vilarejo e plantar, e conseguiu mesmo convencer a aceitarem um pequeno grupo de drows adoradores de Eilistraee que se reuniam em Ardeep mas após um massacre nas mãos do Eldreth Velutra fugiram guiados por um humano que vivia entre eles...

quarta-feira, 7 de dezembro de 2022

A Saga dos Tell Quessir - Tema e Personagens



A Saga dos Tell Quessir


Tema

    O tema dessa nova campanha temática é simples: Elfos! Seus mistérios, passado, habilidades, guerras, criações e dramas... começamos em Olostin, Floresta Alta, passando por todo o Norte e o que mais a campanha aberta levar, em Faerun e além...
    A campanha se inicia em 1372 C.V. após o não dito e silencioso retorno dos elfos de Evemeet e além a Faerûn. Seja impulsionados pelos deuses do Seldarine, um jogo político para resolver problemas criados por eles mesmos ou um movimento natural e cíclico cósmico dos elfos de expansão após retração, a verdade é que os elfos parecem ativos como nos tempos de Aryvandaar, Earlaan ou Illefarn...


Personagens


    Os personagens são muito peculiares, cada um carregando toda uma milenar cultura élfica da região Norte de Faerûn...


Bezalel Teline Xiltyn
Elfo Negro
Sorcerer



A história de Bezalel começa em uma pequena comunidade élfica localizada nas Fronteiras prateadas (Polyscias fruticosa) onde viviam Rizen Xiltyn (mago drow) e Gwenevere Teline (Elfa do Sol Clériga de Corellon). Algo que nenhum dos elfos locais sabia é que a grande arvore no centro da comunidade na realidade era a arvore mãe de uma Dríade, Akemi (luminosidade, aurora).

Tudo mudou para essa pacata comunidade quando ela foi atacada na calada da noite por uma patrulha Drow, os elfos lutaram bravamente, mas não foram capazes de conter a fúria do ataque, não vendo outra forma para defender sua arvore, Akemi se revela e começa a lutar ao lado de Rizen e Gwenifar. Como ultima cartada para sobrepujarem as forças Drows os 3 heróis juntam suas forças para com isso invocar um lendária Fênix, a sacerdotisa Drow, responsável pela patrulha, percebe a ave de fogo se formando, com um detalhe inesperado a Fênix possuía chamas verdes, seria a sua perdição, invocando em contra partida os poderes de sua deusa Lolth. O choque de energias criou um vórtex que eliminou a maioria dos Elfos e Drows presentes, sobrando apenas a sacerdotisa Drow e os dois heróis élficos, todos sem condições de batalha. Enquanto a Drow retornava para as profundezas onde ela estaria em segurança, Rizen e Gwenifar rapidamente procuram aonde estava a Dríade, que avia desaparecido, sabendo que sem sua ajuda não teriam sobrevivido.

Após muito tempo de procura algo inesperado aconteceu, sua arvore mãe irrompeu em chamas verdes e surgindo envolto em chamas verdes um bebe Drow, sabendo da desconfiança dos elfos com seus iguais Rizen Xiltyn levou a criança para Olostin para criar a criança em um ambiente seguro no qual ele sofreria o mínimo de preconceito.

Os anos se passaram e os poderes de Bezalel começaram a surgir ele possuía o dom das chamas verdes de seu “pai” Rizen porem de alguma forma ele também possui os poderes das chamas curativas da Fênix. Agora na adolecencia está cada vez mais dificl para Rizen e Gwenifar manterem Bezael em Olostin cuja as duas vontades são encontrar a Dríade da qual nasceu e juntar informações sobra a sacerdotisa que fez tão mal aos seus pais.


In Sindarin
Elfo da Floresta
Hunter


Vindo da família de protetores dos segredos de Lothen dos Pináculos Prateados, incluindo os segredo dos Lytharis, seu pai iniciou a criação do molosso élfico (Cão de batalha), para ajudar na batalha contra os orcs invasores... vende peles e afins em Olostin.


Nyana Aiduin Naemaer
Elfa do Sol
Figther\Wizard\Eldritch Knight




É uma das melhores representação de sua raça, com todas as suas virtudes e pecados exagerados. Arrogante vê a capacidade de aprender a língua de outros seres mundanos inferiores como perda de tempo, chega a concordar com muita coisa com os
 Eldreth Veluuthra, mas nunnca mataria alguém por ser inferior, porque seria como matar todos os coelhos de uma floresta só por serem coelhos. 

Distraída, se perde fácil em pequenos detalhes, mas executa com maestria a arte elfica em todos os seus aspectos. Se dedica tanto a arte das armas quanto da magias elficas. Pretende atingir o ápice da sua cultura e acumular um numero infindável de memórias de experiencias belas, este aspecto em sua vida é tão forte que pode relevar o fato de ter que conviver com seres inferiores pra atingir este objetivo. Mas dificilmente usaria um item que não tenha sido feito por um elfo.  

Cresceu em um lar elfico repleto de magia e graciosidade, e aplica isso em sua dança, habilidade marcial e magia, gosta bastante de exibir estas habilidade, mas não o faria para outros seres menores, mesmo que este acredite que a posição de rei de um bando de humanos valha de algo. 

Vem de uma família de pouca importância do império de Cormanthyr, viviam na majestosa Myth Drannor. Com sua queda se arriscaram a vivendo na floresta alta em busca de ruinas elficas para elevarem o prestígio de sua família resgatando segredos mais antigos dos elfos. Para ter porto seguro pararam em Olostin próximo o suficiente e bem protegido.



Visari Laelithar
Elfo da Lua
Magus



Filho de Faelar Laelithar, o armeiro da cidade de Olostim, Visari cresceu sob a tutelagem de seu pai, sendo educado tanto nas artes da esgrima élfica quanto da alta magia, tendo se destacado em ambos. Sua mãe dizia que ele havia herdado o talento natural de seus pais e que o sangue de sua família era antigo e forte.

Entretanto, por ter crescido em um assentamento humano, já que seus pais se mudaram da Floresta Alta para prosseguirem seus estudos arcanos em Olostim, Visari nunca se importou com questões relativas as linhagens e a entediante, ao menos para ele, política da nobreza Élfica, sempre tendo preferido passar os momentos em que não se encontrava imerso em seu rigoroso treinamento, convivendo com os moradores da cidade, elfos e não-elfos, bem como os vários viajantes que sempre passavam pela cidade. Com os quais desenvolveu laços de amizade e, talvez, até mesmo algumas inimizades.

No início de sua juventude, a tragédia se abateu sobre a vida de Visari, que perdeu sua amada mãe após um acidente trágico na tore arcana de Olostim, aparentemente um experimento de conjuração que trouxe uma criatura poderosa de além planos. Mas todo o acontecido foi rapidamente abafado pelos demais conjuradores e, por mais, que o jovem Visari tentava obter mais informações, isso era tudo que lhe era dito.

Alguns anos após isso, Visari já era um jovem adulto e estava próximo a finalizar seu treinamento quando seu pai recebeu uma nova aluna que ele treinaria: Nyana Aiduin Naemaer, uma elfa do sol, que na visão do jovem, era extremamente arrogante e não possuía nem metade de seu talento.  E seus comentários beirando a xenofobia sempre o incomodaram profundamente. Ele não conseguia entender o que seu pai havia visto nela. Nem mesmo sua esgrima, que é, no máximo, medíocre.

Atualmente, Visari se mantem em Olostim ajudando seu pai e os demais cidadãos da cidade da melhor maneira que pode, sendo, em geral, bem visto e querido pelos moradores, sendo visto como prestativo, mas em geral calado e bastante introspectivo, muitas vezes perdido nos próprios pensamentos. Por isso, Visari tem dificuldade em forjar vínculos profundos com as pessoas.

Interesse sobre as Moonblades...